quarta-feira, 22 de junho de 2011

As invenções humanas e a criatividade divina!

Estava outro dia, outro dia mesmo com minha amiga Cristiane, na UFMA, discutindo com outro amigo nosso de curso, Maílson, acerca de como estão ficando, no mínimo, extremo a relação sexual entre os seres humanos. Os esteriótipos que aprendemos a querer e desejar estão ficando cada vez mais em extinção e, em contrapartida, estar dominando um tipo de homem, digamos, mais sensível.

Segundo algumas mulheres (podem ser chamadas de meninas, mas elas não gostam, portanto, a partir dessa perspectiva, você percebe que ainda não chegaram nos 30 anos!), esse homem seria o tipo ideal. Não posso afirmar com certeza se seria o mesmo tipo ideal utilizado por Max Weber, nem se ele se interessaria pela temática, ou seja, ficar em uma mesa de bar e falar de homem a cada intervalo de assuntos diversos, como política, Economia, Sáude, entreterimento, esportes (pois é, ao contrário do que muitas pessoas pré-conceituosas costumam crer, mulheres falam de outros assuntos que não só homens).

Ao falar do homem másculo, aquele típico dos anos 80 que, como o Homem Mosca, cuspia ácido de tão macho é, semdúvida alguma, um animal raro e em extinção. E o pior: não se reproduziram. Assim como  os gremlins que ao pegar um pouco de água no fofinho original dava inícioa uma cadeia de eventos que desencadiaria naquelas criaturas bizarras, porém com um charme único deles, deixando um vazio existencial. Dizia um professor meu (Adroaldo Almeida) que "os homens entraram em crise quando as mulheres entraram em crise". Essa hipótese levantada pelo mesmo dava conta do fato de, tendo tudo que anteriormente seria gerido pelo provedor da casa, ou seja, o homem, a mulher já não precisa mais dele financeiramente falando e para as outras coisas de que se precisa um homem, ou seja, sexo, nos tornamos mais exigentes.

Queremos sentir prazer, gozar, nos divertir no ato. Que seja um ato em dupla e não sozinho, que só um curte o que rola (ou rôla, que seja! O verbo não muda o prazer.). Afinal, se fosse pra fazer sozinho, tem punheta, siririca e consolo pra isso mesmo! Como sintetizam os Velhas Virgens,

Mas com essa timidez
Só o que rola entre nós
É siririca baby
Siririca baby
A gente se come com os olhos
Não rola nada
Só bronha e siririca


O homem, com o seu papel de provedor, de machão, de bom de cama (mesmo sendo uma merda, pois ao que parece o cronometro masculino conta qualidade por qauntidade. Uma pena!), sendo invertidos, entrou em crise. Passou a tentar entender as mulheres, uma dupla furada para ele, posto que, fazendo uma enquete com o público-feminino de amostragem dos corredores de história da UFMA constatou-se que,
  1. Nem as mulheres se entendem!
  2. Não rola um único pensamento que seja unânime entre elas: de arcabouço teórico e operacionalização da teoria na sua prática historiográfica a tipo de homem e posição sexual, elas diferem em opções, que por sinal são múltiplas (mais a segunda do que a primeira, por sinal!).
  3. Se eles fizessem conosco só o que eles gostam e não o que eles querem, como memninos mimados e/ou sem imaginação já ajudaria também!



Está dado aqui somente algumas dicas de como operacionalizar com esse conceito homem/mulher nos dias atuais, bem como um aceno de saudade e volte logo! pros antigos modelos de homem.